Educação

Novas ações no MP e no TJ para barrar volta às aulas no auge da pandemia

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Assim que foi anunciado o plano de reabertura das escolas estaduais, em 14/4, e das escolas municipais da capital, em 12/4, os parlamentares do PSOL Carlos Giannazi (deputado estadual) e Celso Giannazi (vereador) acionaram o Ministério Público e o Tribunal de Justiça em mais uma tentativa de barrar essa medida do Poder Público, que provocará milhares de contaminações e mortes por Covid-19.

Grande parte dos trabalhadores das duas redes de ensino aderiram à Greve pela Vida, aprovada nas assembleias de todos os sindicatos envolvidos. Nesse movimento, os profissionais continuam realizando trabalho remoto, mas se recusam ao retorno presencial. Entretanto, os governos do PSDB vêm fazendo pressão para que os educadores voltem às escolas, o que é qualificado por Carlos Giannazi como “terrorismo psicológico”.

Uma dessas medidas autoritárias foi a orientação para que os diretores da rede municipal cortassem o ponto dos grevistas, o que não aconteceu na maioria das escolas por resistência de seus diretores. “Quase 90% dos nossos colegas, gestores da rede, foram coerentes com a tradição de luta da educação e, de forma muito corajosa, não apontaram o corte de ponto. Isso também salvou vidas”, elogiou a supervisora de ensino Luciene Cavalcante em live realizada na sexta-feira, 9/4, com os parlamentares, educadores, alunos e familiares.

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