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Tombamento pode impedir governo de privatizar Estrada de Ferro Campos do Jordão

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Participando do programa Tribuna Virtual, em 17/6, Carlos Giannazi (PSOL) alertou a população para o Chamamento Público 2/2021, que dá prosseguimento à concessão da Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ). “Em plena pandemia, a privataria tucana segue a todo vapor com a mesma cantilena de sempre: sucatear primeiro para depois vender o patrimônio público a preço de banana”, comentou.

Em um tempo pré-antibiótico, quando as estações climáticas eram a única opção de tratamento contra a tuberculose, a EFCJ foi concebida para levar pacientes abastados aos sanatórios da Serra da Mantiqueira. Hoje, a ferrovia tem no turismo sua principal vocação: são ao menos 50 mil passageiros a cada ano passeando em seus roteiros turísticos, que partem de Campos e de Pindamonhangaba. “O traçado original da EFCJ tem, por si só, um imenso valor histórico, mas seu potencial turístico pode ainda ser ampliado com novos ramais, interligando outras cidades da região”, ressaltou o deputado.

Giannazi vê o tombamento da ferrovia centenária como uma forma de impedir sua privatização. “Já existe um processo em tramitação no Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), mas nós reforçamos o pedido em nome da Alesp e também apresentamos o  Projeto de Lei 304/2021, que declara a EFCJ como patrimônio histórico, social, cultural e tecnológico do Estado.”

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