Educação

Porque o retorno presencial às escolas ainda é perigoso!

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> Professores, servidores e funcionários terceirizados estão voltando obrigatoriamente, mesmo sem a total imunização, apenas com a 1ª dose da vacina.

Os estudantes, em sua maioria, sequer tomaram uma dose da vacina.

Um clima de insegurança assola a todos.

> Alunos e professores usam meio de transporte, em geral coletivos, que não garantem sua proteção.

Milhares de pessoas a mais estarão diariamente usando ônibus, metrô e trens, aumentando o risco potencial da contaminação.

> A rede pública não foi preparada para o retorno presencial. Durante a pandemia, nenhum investimento em estrutura foi feito pelo Governo, que só usou 5% do orçamento para melhorias.

Ventilação, espaço para distanciamento, banheiros adequados? Pura ilusão!

> A variante Delta que circula no Brasil é mais infectante e só com as duas doses da vacina há proteção.

Ela ainda tem uma maior taxa de transmissão entre as pessoas mais jovens, a faixa etária dos estudantes.

> A obrigação do retorno foi imposta à escola, sem debate e sem ouvir a comunidade escolar e as famílias dos alunos.

Sem autonomia para decidir, a escola se curva à pressão da SEE, que transfere a responsabilidade e os riscos do retorno.

Os mandatos do Deputado Estadual Carlos Giannazi e do Verador Celso Giannazi têm lutado para impedir o retorno presencial enquanto não houver a imunização completa de todos os envolvidos no processo educacional.

Veja algumas das ações que já foram tomadas pelos parlamentares:

  • exigir a vacinação de todos da comunidade escolar, com prioridade.
  • projetos estadual e municipal de renda emergencial para famílias de estudantes e trabalhadores em vulnerabilidade social
  • representações ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas e ação no Tribunal de Justiça contra a imposição do retorno presencial.
  • projetos que revogam os decretos e resoluções de retorno presencial às escolas em agosto.
  • cobrar a realização de testagem em massa para alunos e professores.

Estamos junto aos educadores, alunos, trabalhadores e toda a comunidade escolar contra a volta compulsória às escolas.

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