Atos contra cortes na educação mobilizam o país

20 de maio de 2019

Ao menos 220 cidades brasileiras contaram com grandes manifestações em 15/5, dia da Greve Nacional da Educação. As paralisações, inicialmente convocadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, tinham como foco a resistência contra a reforma da Previdência, que penaliza todos os trabalhadores, mas em especial o magistério. Após 30/4, com o ministro Abraham Weintraub anunciando os cortes nas universidades federais, o movimento ganhou força e se tornou o maior movimento de rua contra Bolsonaro. Pelo menos até a greve geral marcada para o dia 14/6.

 

Giannazi participou de duas dessas manifestações. Ele esteve em Santos, onde houve vários atos do movimento unificado que envolveu educadores, estudantes, servidores do Judiciário e petroleiros. Entre as reivindicações estava a defesa do pré-sal e a destinação dos royalties para a educação.

 

Depois, junto com o vereador Celso Giannazi, o deputado engrossou a passeata que partiu da Av. Paulista até a Alesp, mobilizando mais de 300 mil pessoas. “O Bolsonaro fez cortes criminosos desde a educação infantil até a pós-graduação, incluindo a verba de pesquisa do CNPq e da Capes”, afirmou, destacando outras ameaças como a militarização das escolas, o ataque às ciências humanas, a retirada de filosofia e sociologia do currículo e a criminalização de professores com o Escola sem Partido.